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“My philosophy is that it’s better to explore life and make mistakes than to play it safe and not to explore at all. Mistakes are part of the dues one pays for a full life.”





Num dia preenchido que terminou tarde, um gaspacho e umas almôndegas de salmão foram o nosso jantar.









óptimo pretexto para redescobrir Guimarães |

Desde que foi adquirida há mais de 30 anos, esta pintura tem sido considerada apenas uma representação de um nobre italiano que segura um relógio de ouro. Mas, depois de nele ter sido descoberto um símbolo dos Médici, os directores do Science Museum de Londres afirmam que afinal pode ser um retrato de Cosimo I de' Medici, Duque de Florença e Grão-Duque da Toscana (1519-1574) e constituir a pintura mais antiga em que aparece um relógio verdadeiro, dotado de um dispositivo de alarme.
Cosimo foi um grande mecenas, um apaixonado pela ciência, pela cultura e pela técnica. Responsável, nomeadamente, pela construção em Florença das famosas Galleria degli Uffizi. Um verdadeiro Médici. Que seguramente, gostaria de ser retratado de forma inovadora que simbolizasse o seu poder e a sua magnitude. E nada melhor do que de relógio na mão.




"China has grown sixteenfold since reforms began. But in the absence of effective institutions that restrain the discretionary powers of CCP officials and render them accountable for their actions, it is the state and the CCP that grows stronger rather than the Chinese people and civil society". John Lee (foreign policy fellow at the Center for Independent Studies in Sydney, Australia, visiting fellow at the Hudson Institute in Washington, D.C and author of Will China Fail? (CIS, 2009).

AQUI pode ser vista a sinopse e mais informação sobre este documentário a não perder
O Bairro da Musgueira nasceu nos anos 60 num antigo olival, para os lados do Lumiar, em Lisboa. Nasceu na lama, sem água, luz ou esgotos, e foi feito à mão pelos desalojados da ponte Salazar, do aeroporto da Portela, das cheias de 67, e de outros locais errados onde deixou de ser possível viver. Era um bairro provisório, mas o tempo foi passando e os habitantes da Musgueira foram melhorando as casas de madeira e chapa de zinco até muitas se tornarem de pedra e cal.

Cuba está lentamente a transformar-se, o que faz com que seja mais fácil acabar com o seu isolamento nalguns aspectos. Aqui e ali surgem algumas novidades. Uma das marcas de Cuba sempre foi a alimentação gratuita.
Mas agora o governo cubano começa a desmontar a imensa estrutura paternalista que tem ao longo de décadas garantido tudo subsidiado para os trabalhadores. A razão é mais ou menos evidente: a economia não aguenta mais.
A alimentação gratuita será assim um dos primeiros pontos a ser modificado – os funcionários passarão a receber um reforço no salário em vez do fornecimento. Além disso, a famosa “libreta de racionamiento”, instrumento para racionar alimentos e produtos de consumo em larga escala, usado desde 1962, também será abandonada. Só os mais necessitados continuarão a ter direito a ela.
“É preciso eliminar os gastos que são simplesmente insustentáveis, que têm crescido ano a ano e que, além disso, estão fazendo com que as pessoas sintam que não têm necessidade de trabalhar”, defende Raúl Castro.
Tenho-me interrogado em relação aos resultados do nosso rendimento social de inserção. Tenho ideia que existe muita gente ainda que se aproveita do apoio do Estado, não trabalhando e preferindo receber o apoio, muitas vezes complementando um biscate paralelo fora do sistema. Prejudica-se assim a medida e muitas pessoas que necessitando verdadeiramente acabam por não receber.
Não sou contra a existência de um apoio deste tipo para quem verdadeiramente precisa. Mas ouço tantos idosos que dizem viver com reformas indignas e vejo tantas pessoas com força e possibilidade de trabalhar recebendo o rendimento social de inserção que me pergunto se a medida é positiva. Provavelmente haverá uma distorção, eventualmente falta de fiscalização ou indevida atribuição, mas que há qualquer coisa errada há. E sobretudo parece criar uma acomodação, uma resignação, um parasitismo social que o Estado não deve fomentar.
Cada vez tenho mais dúvidas sobre este tipo de medidas do Estado, que devem ser muito excepcionais, temporárias e criteriosas. Cada vez mais sou adepto de apoios e incentivos, seja directamente, seja através da redução de impostos, a quem trabalha, a quem produz, a quem não se mantém num limbo social voluntariamente, a quem arrisca, a quem quer melhorar dentro do sistema.

O presidente dos EUA, Barack Obama, ganhou o Nobel da Paz de 2009 pelos seus “extraordinários esforços para fortalecer a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos”.
Em bom rigor, e ao contrário dos outros anos, este Nobel é entregue a uma promessa, a uma intenção, a uma expectativa, e não a uma realização concreta.
Não há nada nos curtos nove meses da administração Obama que se possa qualificar como um feito diplomático definitivo. Há expectativas em relação a Guantanamo, em relação a Cuba, em relação à China, em relação às armas nucleares. E há, sobretudo, uma forte disposição de fazer as coisas certas, isto é, de dialogar com aqueles que, antes, com Bush, eram vistos como inimigos incontornáveis.
Nenhuma das iniciativas de Obama resultou ainda em nada, embora as perspectivas sejam razoáveis em alguns casos, como em Cuba. Sendo assim, o Nobel para Obama é mais uma responsabilidade do que um prémio.
E caso venha a ocorrer uma eventual viragem de Obama à Realpolitik – como por exemplo o aumento do número de soldados americanos no Afeganistão ou uma eventual acção contra o Irão – ela será vista como uma verdadeira traição à confiança agora nele depositada e uma imensa desilusão.



