Fantástica série que passa actualmente na TVSeries, com o notável Kelsey Grammer no papel de um calculista mayor de Chicago, que gere como quer os seus peões e se mexe na perfeição no jogo político, com o necessário cinismo, mas que descobre que sofre de uma doença neurológica degenerativa que pode pôr em causa a sua capacidade de trabalhar e, até, de falar.
Uma série que nos recorda que, para além da actuação pública de um político, existe a sua intimidade e privacidade, mesmo que muitas vezes (como é o caso) essa privacidade seja um elemento essencial da sua intervenção política. Na realidade, a utilização da família como componente da dinâmica de credibilização pública, sendo importante, não deve ser ultrapassada. Essa fronteira é de muito difícil definição e em Boss percebe-se isso de forma magistral.
Uma série que nos recorda que, para além da actuação pública de um político, existe a sua intimidade e privacidade, mesmo que muitas vezes (como é o caso) essa privacidade seja um elemento essencial da sua intervenção política. Na realidade, a utilização da família como componente da dinâmica de credibilização pública, sendo importante, não deve ser ultrapassada. Essa fronteira é de muito difícil definição e em Boss percebe-se isso de forma magistral.

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